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quinta-feira, 30 de julho de 2009 Y 10:05

“Tem horas que eu gostaria de matar os meus irmãos. Mas eu mataria por eles a qualquer hora”. Não existe frase que defina melhor a minha relação com, como eu carinhosamente os chamo, Peste 1 e Peste 2. Por trás de suas carinhas fofas, existem dois monstrinhos que vivem pra me atormentar, seja com suas músicas do Barney, suas brincadeiras sem graça ou seu hábito de fazer barulho ás 8 da manhã. Apesar disso, acho que não existem duas pessoas que eu mais adore no mundo. São chatos sim, mas são MEUS chatos. E ai de quem mexer com eles. Tudo bem, eu não vivo repetindo que sou louca pelos dois. Porque é bem mais divertido brigar, reclamar e gritar. Mas nosso amor é assim mesmo. Não precisa de palavras fofas, muito menos de gestos de carinho. Nós sabemos que não vivemos uns sem uns outros, e isso basta.
Mas, só pra que não restem dúvidas: Gui, Mamá, eu amo vocês MUITO, mas MUITO mesmo tá?
por Lud às 10:05 @



sábado, 25 de julho de 2009 Y 08:10

Olha, eu bem que queria ser uma Carrie, uma Blair ou uma Rachel da vida. Mas ser estilosa, prática e esperta não é pra mim. Sou daquelas que faz drama até não poder mais. Nada é objetivo, simples ou fácil. Tenho complexo com quase tudo e tendo a carregar o peso do mundo nas costas, sem dividi-lo com ninguém. Não faço distinção entre meus amigos e minha família. Adoro uma bagunça. Costumo agir por impulso e escolher a alternativa mais estúpida disponível. Gosto de coisas que não agradam a quase ninguém, como chuva, hospitais e humor negro. Tenho um sonho, e pretendo lutar por ele até não poder mais. Ou seja, são tantas as semelhanças que, pra me chamar de Meredith Grey, só falta o cabelo loiro, os olhos azuis e, claro, o namorado lindo apaixonado por mim. Mas essa última parte nós já estamos providenciando...



gente, não ando respondendo comentários ou postando com frequencia porque estava viajando... prometo atualizar tudo logo tá?
por Lud às 08:10 @



sábado, 11 de julho de 2009 Y 19:22

Felicidade não é distribuida em potes, amor não vende a granel e amigos não vêm em pacotinhos de meia dúzia. Talvez, por isso, essas coisas sejam tão valiosas. Como vocês. Eu não os ganhei. Eu os conquistei. Foi uma irmandade construída, cumplicidade adquirida a cada nota baixa, cada pacote de biscoito passado de mão em mão, cada recusa a contar quem jogou o aviãozinho de papel no livro da professora de história. Brincadeiras bobas, piadas internas. Coisas naturais de quem sempre se conheceu. Naturais de quem é irmão. Uns mais irresponsáveis, uns mais CDF's, outros mais pokemons, alguns mais bêbados (iiingrid! haha). Quem vêm de fora não vê graça, nos acha iguais a tantos outros. Mas nós, e só nós, sabemos que até a palavra família fica pequena se for pra falar de tantos kilos de amor, tantos tonéis de felicidade e tantas dúzias de amigos.
É. Eu ando com saudade das minhas manhãs.



(péssima qualidade, mas foi o melhor que eu consegui)
por Lud às 19:22 @



ah, oi.

Ludmila. Não sabe andar de bicicleta, nem de salto.
Não sabe ficar brigada (mas, nao confunda, sabe brigar).
Não sabe o que quer da vida.
Não sabe parar de ler.
Não sabe rir baixo, não sabe amar de pouco.
Obviamente, também não sabe fazer um perfil
.




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