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sábado, 27 de junho de 2009 Y 20:38

Engraçado né, como tem gente que muda nossa vida sem nem saber. A senhora, por exemplo. Será que tem noção da diferença que fez em mim? Uma mistura de avó com general, que consegue provocar amor e ódio ao mesmo tempo. Sabe o nome de cada aluno que já passou pela sua porta e faz o possível pra pôr um pouquinho mais de juízo nas nossas cabeças. Me ensinou coisas que vão muito além da sala de aula. Briga e fala o tempo todo. Na maioria das vezes, eu nem entendo se você está reclamando do tempo que os jovens de hoje passam na internet, da nossa falta de estudo ou da nossa mania de por o cabelo na frente da cara. O que eu entendo sempre é a sua preocupação conosco. É difícil, enxergar por trás dos seus gritos, exageros e proibições absurdas. Mas, depois de um tempo, a gente se acostuma e entende que é coisa de mãe. Nem sempre dá pra ver o porquê, mas eu sei que tudo que a senhora faz é com e por muito amor por nós. E, por isso, eu tenho muito respeito por tudo que és, como professora, diretora e mãezona. Obrigada, Socorro! Sem você, eu não seria a pessoa que sou hoje.
(ao mestre com carinho - pauta pra revista)
por Lud às 20:38 @



sexta-feira, 19 de junho de 2009 Y 11:22

Às vezes eu acordo e o céu tá cinza, o brigadeiro tá queimado e a vida tá sem graça. Só isso já basta pra que a minha cara se feche e eu fique emburrada num canto. Mas não se preocupe comigo. Meu sorriso é fácil e eu recupero minha alegria tão rápido quanto a perdi. Vou rir de qualquer piada idiota que você contar. Ou de qualquer coisa inesperada que você fizer. Fico toda feliz se ganhar uma partida que seja de GuitarHero, se tirar um 10 em Física, se fizer uma cesta no basquete ou se conseguir passar delineador sem borrar. Com uma música velha do Renato Russo no último volume e um livro da Meg Cabot na cabeceira então, meu astral sobe mais ainda. Mas se o dia estiver mesmo muito, muito ruim, daqueles em que até em cocô de cachorro eu piso, a única solução é conversar. Passar horas no telefone com todos os amigos que tenham um pouco de tempo e bom-humor pra me emprestar sempre resolve. Minha felicidade volta tão depressa que, assim que desligo o telefone, olho pela janela e constato: o céu já ta azul de novo.
(pauta pra revista - o que salva o seu dia?)
por Lud às 11:22 @



segunda-feira, 15 de junho de 2009 Y 19:03

As coisas mais importantes da minha vida aconteceram no verão. As risadas mais gostosas, os brigadeiros mais engordativos, os beijos mais escondidos, os nascer-do-sol mais lindos. É aquela época do ano em que nada é complicado ou adulto. Simples como dois e dois são quatro. A gente tira o mormaço, as traças e teias de aranha e vai pegar um bronzeado. Todo mundo que eu gosto vêm. Não é preciso fazer aquele esforço pra amar ninguém de longe. Todo carinho que a gente têm se junta, porque, afinal, pela primeira vez em 365 dias, tá todo mundo aqui. É tudo tão bom e tão fácil que fica até difícil pensar numa coisa melhor. Minha cidade mínima vira o meu mundinho. Esqueço Londres, Paris, Rio. Por enquanto, não tem lugar nenhum melhor do que este aqui. Esse é o mês em que se tiram as fotos que a gente olha com saudade pelo resto do ano. Lembranças podem ser fechadas numa gaveta sem problemas. Porque, pelo menos por esses 30 dias, a gente vive de ato, não de saudade. Vive de Festival de Verão, de jogos de vôlei, de festas do pijama, de praia, de Nintendo wii, de festas do pijama e lágrimas de riso. Julho vêm aí e eu não perco mais um dia de sol.



* gente, verão é jeito de dizer. é que aqui, em são luís, em julho começa a estação que não chove, ou seja, o "verão"
por Lud às 19:03 @



terça-feira, 9 de junho de 2009 Y 09:44

A segunda melhor cantada que eu já ouvi (porque o ‘how are you doing?’ de Joey Tribbiani sempre estará em primeiro lugar) foi também a mais tosca de todas. E olha que eu já ouvi umas bem ruins. A frase que deixou todos os “doeu quando você caiu do céu?” no chinelo saiu de um desconhecido, que se aproximou de mim com um sorriso bobo e disse: “Você gosta de morango? Sim? Prazer, morango!” Diante de tamanha pérola da criatividade masculina, não me restou outra opção a não ser devolver o sorriso e perguntar o nome verdadeiro dele. Ou seja, cai feito um patinho na conversa mais velha do mundo.
Mas sabe, nem dou tanto crédito a frase feita em si. O que me chamou a atenção de verdade foi a capacidade do cara de rir de si mesmo, de fazer graça com a situação (porque uma pessoa que fala uma coisa assim não pode ter outra intenção a não ser fazer a gente rir né?). Por mais que cantadas sejam, em sua grande maioria ultrapassadas e bregas, bom humor é uma qualidade rara que nunca sai de moda.
(pauta pra capricho)
por Lud às 09:44 @



quinta-feira, 4 de junho de 2009 Y 18:39

Procura-se:
Alguém que me faça chorar, mas de rir. Que não ligue pra fofurices nem deixe depoimentos. Aliás, até prefiro que esqueça todos os aniversários. Um bobo, que ganhe todas as partidas de Uno e dê gargalhadas às minhas custas. Que responda aos meus dramas com muita praticidade e paciência. Que nunca mande flores, mas que prove o seu amor por mim de jeitos raros e inesperados, de um jeito que só eu entenda
( pauta para o site - como seria o bofe perfeito?)


Comer, comer, (não) é o melhor para poder crescer
Como em tudo na minha vida, também sou dramática e exagerada quando o assunto é comida. De comedora compulsiva à dietas obsessivas, de freqüentadora da nutricionista à figurinha repetida na churrascaria, de vício em Big Macs à regime semi-vegetariano, me faltava auto-controle e sobrava impulso. Eu comia por ansiedade, quase nunca por fome. Não conseguia, literalmente, balancear as coisas. E morria de inveja de quem o fazia sem esforço. Sempre quis aprender a lidar com comida do mesmo jeito saudável com que todo mundo parece lidar (aliás, até hoje não sei como tem gente que não pensa duas vezes antes de recusar um bom pote de Nutella). Porque comer besteira é mesmo muito, muiiito bom, mas faz mal. Tão mal que decidi reinventar meus hábitos. Como um brigadeiro aqui, um folheado ali, só que tudo com moderação. Ainda não é fácil, não comer por gula, mas eu já me decidi: quero pra minha alimentação o mesmo que ando procurando pras outras áreas da minha vida: equilíbrio.
( pauta para a revista - Você é o que você come?)
por Lud às 18:39 @



segunda-feira, 1 de junho de 2009 Y 16:23

Era manhã de 1º de Abril e parecia que a aula de Geometria não ia acabar nunca. Um dia comum. Até que a R. resolve animar um pouco as coisas. Me vê dormindo na última carteira e manda um bilhete pro A., de pegadinha do dia da mentira. O papel foi passando de mão em mão e, como intimidade é mesmo uma porcaria, todo mundo leu. Bilhetinho vai, vêm, e chega na mesa do destinatário, que responde de volta, meio sem jeito: “Ah, é só marcar...” À uma altura dessas, a sala inteira já tinha esquecido as bissetrizes e ria descontroladamente. Acordei com a barulheira, mas, tonta de sono, fiquei sem entender. O professor, vendo a confusão, intercepta o papel e lê o que estava escrito: “Você quer ficar com a L.?”. A gargalhada foi geral e eu, que só agora estava consciente o suficiente pra sacar o que tinha acontecido, fiquei vermelha como um tomate, saltei da carteira e, junto com a R. e o A., fui mandada pra diretoria. Uns sábados depois, não sei se com ou sem a ajuda do bilhete, mas certamente com uma mãozinha da R., o A. e eu ficamos. É... Acho que às vezes um king kong básico é mesmo empurrãozinho que a gente precisa.
(pauta pra revista - qual o maior mico que você já pagou?)
por Lud às 16:23 @



ah, oi.

Ludmila. Não sabe andar de bicicleta, nem de salto.
Não sabe ficar brigada (mas, nao confunda, sabe brigar).
Não sabe o que quer da vida.
Não sabe parar de ler.
Não sabe rir baixo, não sabe amar de pouco.
Obviamente, também não sabe fazer um perfil
.




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